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sábado, 11 de agosto de 2007

Robot Chicken

Genial! É tudo o que posso dizer após ter visto a 1ª temporada de Robot Chicken, série de animação em stop motion que utiliza brinquedos, criação de Seth Green (o pequeno e ruivo leprechaun mais conhecido pelos seus papéis de Scott Evil na série de filmes Austin Powers, de Oz na série de TV Buffy, the vampire slayer e por ser a voz de Chris Griffin em Family Guy) e de Matthew Senreich, editor-assistente da Wizard Entertainment, editora que publica várias revistas informativas sobre brinquedos, action figures, BD, anime e outras coisas do geekverse!

Tal como Family Guy, é um programa iconoclasta que destrói e ridiculariza memórias pop culture queridas de todos os que são children of the 80s, bem como satiriza situações, pessoas e factos mais recentes. Como toda a boa animação "adulta" tem um humor pesado, e não raras vezes escatológico. Ou seja, o que há para não se gostar em Robot Chicken!??

Ficam aqui 3 gostinhos da série. Michael Moore preocupado com a situação social dos brinquedos queridos de antigamente, Primus dos Transformers com cancro na próstata e uma visão Tarantinesca de Jesus Cristo vs o Coelhinho da Páscoa:





quinta-feira, 2 de agosto de 2007

The Simpsons


Eu não me consigo cansar dos Simpsons. Não é a minha série de animação favorita, que neste momento continua a ser o Family Guy (deixem-me ver o Drawn Together e o Robot Chicken, e eu depois digo-vos qualquer coisa). Mas, 18 anos depois, a magia amarela continua viva como sempre. Neste momento, eu já vi 13 temporadas. Falta-me ver os últimos 5 anos, mas quem tem visto diz-me que a qualidade não tem sido famosa. É natural. 18 anos deteriora muita coisa.
Ok, o filme não traz nada de novo. Como na maior parte dos episódios, o filme gira à volta do Homer, o verdadeiro anti-herói e personagem principal, destronando Bart que era o favorito da maior parte das pessoas nos primeiros episódios.
Como acontece nestes casos (veja-se Beavis & Butt-Head na América e South Park - o Filme), a animação é muito superior à da TV, com muitos cenários efeitos 3-D, e embora não haja linguagem ofensiva, há muitas coisas no filme que não passariam na TV (desde mostrarem a pilinha de Bart ao discurso iconoclasta de Homer no início), mas em termos de idéias, não passa mesmo de um episódio longo dos Simpsons.
Para mim isso basta-me. Se queres idéias novas, continua a rezar para fazerem um filme do Futurama. Now, that would be something to write home about!

domingo, 22 de julho de 2007

Arriba España y Viva Franco ou É esta a "Iberia" em que queres que vivamos, Saramago?

Quando vou a Espanha gosto muito de comprar El Jueves.

El Jueves, de seu nome completo “El Jueves, la revista que sale los miércoles”, literalmente “5ª-Feira, a revista que sai às 4ª-Feiras”, para quem não saiba, é uma revista satírica semanal e contestatária de humor, com um cunho nitidamente anarquista, republicano e de esquerda. Pensem numa mistura entre José Vilhena e a MAD Magazine, traduzam para espanhol e terão ideia do que eu estou a falar.
El Jueves, como todo bom ícone pop cultural anti-conformista é imparcialmente iconoclasta. Nada nem ninguém de relevo na Sociedade Espanhola está a salvo de El Jueves. Casa Real, Governo, Oposição, PSOE, PP, Opus Dei, Igreja Católica, ETA, figuras da Imprensa, da Arte, do Cinema, da Música, do Desporto, políticos nacionais ou de regiões autónomas espanholas, do Jet Set e as principais figurinhas e acontecimentos sócio-políticos mundiais são semanalmente derretidos com o mais corrosivo (mas fino e inteligente) humor.

Esta semana, El Jueves foi vítima de um sério atentado à Liberdade de Expressão. A sua última capa ofendeu certamente a Família Real, já que um juiz mandou que se apreendessem todas os exemplares desta semana. A capa é esta:



É uma sátira aos incentivos à natalidade oferecidos recentemente pelo Governo de Zapatero. Felipe, o Príncipe das Astúrias a agarrar Letizia numa bela duma canzana, e o texto diz:

“Já te deste conta que se engravidares isto é o mais perto de trabalhar que eu estive na vida?”

Eu sei que o caso é polémico. Eu sei que uma opinião consensual nunca seria alcançada, uma vez que está em causa, tal como nos casos dos cartoons dinamarqueses de Maomé, um conflito de consciências entre quem pensa que a Liberdade de Imprensa é um direito sagrado e não alienável, e quem pensa que há o dever moral da Imprensa impor a si mesma certos limites, de forma a não ofender ninguém nem ferir susceptibilidades e a não cair na Libertinagem de Imprensa. Ambos os argumentos são válidos e correctos.
Eu defendo a liberdade da Imprensa publicar o que bem entender, dentro do tipo de publicação que faz, desde que não falte à verdade e não difunda mensagens de ódio.
Posto isto, há que ter em conta a especificidade de cada publicação. Um jornal ligado à Direita como o ABC evidentemente que apresentará uma notícia tratada de forma a dizer mal de Zapatero, um jornal nacionalista Catalão como o Avui (escrito nessa língua) apresentará uma opinião tendente à autonomia senão independência da Catalunha…e uma revista de humor como El Jueves goza tudo e todos.
A minha opinião é que não entendo como a capa pode ser ofensiva para alguém. Os Príncipes das Astúrias são casados, fodem e têm filhos. Isso parece-me óbvio, até para os mais empedernidos espanholistas monárquico-católicos. As figuras públicas perdem um pouco o direito à imagem. É assim que as coisas são. Quem quer que pudesse ter ficado ofendido com essa revista certamente não lê El Jueves. Quem lê El Jueves são anarquistas, intelectuais de Esquerda, republicanos e nacionalistas galegos, bascos e catalães (embora a revista seja escrita 100% em castelhano e não tenha uma tendência separatista). Eu penso que o verdadeiro problema é que a revista insinuou (oh, coisa grave!) que os gajos da Casa Real são uma cambada de preguiçosos e ociosos!

É assim que El Jueves é. El Jueves gosta muito de gozar a Casa Real (Quando o Rei teve o seu primeiro neto, a capa de El Jueves mostrava ele com o bebé nos braços e a dizer: “Sofia, o nosso neto saiu-nos Republicano. Acaba de me mijar encima) mas porque a Espanha é uma Monarquia Constitucional. Se fosse uma República por certo gozaria o Presidente.

Esta é a minha opinião. Porém respeito quem não pense assim, e quem pense que foi cometido um crime de ofensa pessoal e lesa-majestade.

Mas eu tenho que ficar enojado que a Espanha, que tanto sofreu na Guerra Civil e às mãos de El Caudillo possa em pleno século XXI tomar essa venezuelana atitude de censura e arrogância autoritária. Lá como cá, os velhos fantasmas não se exorcizam nem se evaporam no nada, para sempre presos a esta península meridional. Lá como cá, um pseudo-partido de Esquerda caminha em alta velocidade na contra-mão.

domingo, 8 de julho de 2007

Estás farto de veres o teu e-mail repleto de mensagens idiotas de "amigos" teus? Nada temas!
Para cada ocasião, escolhe uma resposta inteligente para lhes enviares, e ficas certo que num instante perdes logo ese problema (e provávelmente a amizade deles).:

"Obrigado por te afirmares como meu amigo. Espero que o consigas demonstrar estando presente para mim nos bons e maus momentos. Desculpa lá, mas não é a mandares-me um PPS merdoso cheio de imagens da natureza, de bichinhos fofos ou de personagens de cartoons, com frases tão profundas que parecem retiradas de uma Selecção do Reader´s Digest de 1985 ou de um livro do Paulo Coelho, com uma versão instrumental do "In the arms of an angel" a tocar no fundo que me consegues convencer. Além do mais, se eu começo a reenviar para toa a gente que é minha amiga, e enviar-te de volta para provar a minha amizade, então a mensagem perderá toda a sua especificidade e carácter pessoal, não sendo mais que Spam. Não concordas?"

"Não, não estou interessado em ficar/comprar os teus cãezinhos ou gatinhos. Mas se arranajr um lar para eles é um problema, posso dizer-te uma mão cheia de países africanos que os achariam uma prenda apetitosa".

"Com certeza que se eu encontrar essa menina desaparecida contactarei as autoridades competentes. Agora as hipóteses de eu encontrar e reconhecer no meio da multidão uma rapariga da qual só vi uma foto não são muito boas, certo? E essa chantagem emocional "Amanhã podemos ser nós a precisar" não era necessária, ok?"

"Dar sangue? Mete isso na cabeça: os Hospitais quando precisam de sangue contactam os Serviços de Saúde, o Ministério da Saúde, etc.. Não pedem a civis que andem a espalhar a mensagem por e-mails. E lá vens tu com a chantagenzita do "amanhã podemos ser nós". Muda o disco!"

"Ah, estou admirado com a tua consciência social ao avisares as pessoas que andam aí gajas a meter cenas nos copos nos bares e discotecas e um gajo acorda de manhã num hotel numa banheira cheia de cubos de gelo e sem um rim. Ou que andam a meter seringas com sangue contaminado com HIV nos bancos dos cinemas, ou que andam a raptar mulheres nos provadores das lojas de roupa para as venderem como escravas sexuais nos países árabes. Só 2 palavras para ti: "Mitos" e "Urbanos"".

"Obrigado por me mandares tantas piadas. Algumas são tão novas e frescas que já o meu bisavô as contavas nas trincheiras francesas da I Guerra Mundial. E tenho boas notícias. O meu chefe apanhou-me a lê-las, e agora tenho TODO o tempo do mundo para me rir das tuas piadas."

"Se me conseguires provar científicamente que re-enviar a tua mensagem electrónica num determinado hiato de tempo para um número pré-determinado de pessoas (com ambos os factores a crescerem proporcionalmente) pode ter uma influência gradualmente crescente (medida também em hiatos de tempo determinados) positiva na minha felicidade/sorte/vida profissional/finanças/vida amorosa/vida sexual então eu começarei a ter mais atenção aos teus mails."

domingo, 6 de maio de 2007

Homem-Aranha 3


Do Homem-Aranha 3 só tenho que dizer que é o melhor dos 3. Excelente e deliciosa a parte do bad-ass Parker/Black Spidey. Grandes Venom e Sandman (que tal como o Dr Octopus não é tão mau como isso)! O Tobey É o Peter e a Kirsten...bom, a Kirsten se calhar não é assim tão boa actriz, mas é tão deliciosamente hot. Bruce Campbell, como sempre a fazer uma perninha nos filmes do Spidey, desta vez como um Maitre D´Hotel Francês.
O perdão é a idéia geral do filme. Eu chorei no fim.

300

Ainda não li o comic "300", mas é imperdível porque é do tempo em que o Frank Miller era muito bom. O filme é bom. Não terá grandes ambições artísticas, mas cumpre na perfeição o seu papel de blockbuster épico.
Estéticamente é muito semelhante com a BD. O aspecto sobrenatural de alguns soldados e animais de guerra de Xerxes, a dimensão do exército persa quando comparado a 300 falangistas espartanos, a deformidade monstruosa do traidor Ephialtes, a impossível estatura quase divina do rei persa (excelente e surpreendente Rodrigo Santoro)...tudo isso tem a pretensão de ser apresentado e hiperbolizado como mitológico, já que a batalha está a ser descrita de forma homérica por um soldado espartano sobrevivente.

Miller é um apaixonado pela Batalha das Termópilas (veja-se a cena final em Big, Fat Kill), mas deixou bem claro que não pretendia rigor histórico. A figura de Xerxes, por exemplo, homo-erótica, gigantesca, depilada e cheio de piercings não corresponde - óbvio! - à sua imagem real. Mas como não gostar dele, e da sua voz alterada por computador!? A minha cena favorita do filme deve ser quando o Rei Leónidas o fere na cara, e ele sangra, lembrando-se que é humano e mortal.

O filme foi proibido no Irão. É natural que se possa tirar uma leitura geo-política de Espartanos (NÓS os Ocidentais), contra Persas (ELES, o mundo islâmico). Mas não creio que o filme vise isso. Este filme é um produto comercial e de massas, não um filme de Arte, como é evidente. Não chega sequer perto em termos de qualidade a Sin City, o filme que melhor cria um habitat equilibrado entre filme de culto e cinema pipoca. Mas, foda-se, é fixe!!!!:D

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Ahh, Terry...:D

You scored as susan myers.

susan myers

88%

linette scavo

88%

gabrielle solis

38%

edee britt

31%

bree van de kamp

31%

which desperate housewives character are you?
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domingo, 29 de abril de 2007

Quino

Joaquín Salvador Lavado, Quino


Encontrava-me a arrumar alguns livros infantó-juvenis, bandas desenhadas e livros de textos reminiscências dos meus dias puros e despreocupados de infância, quando o meu coração se partiu por não conseguir encontrar os livros da Mafalda.

Não seria nada de muito cruel, não fora o caso desses livros estarem autografados pelo próprio Quino, o genial cartoonista argentino, que um dia de 1984 esteve na Livraria Bertrand do Porto, para uma sessão de autógrafos, a que eu obriguei a minha família a levar-me.

Recordo-me como se fosse hoje, eu ainda não tinha 9 anos e já devorava esses livros e outros de BD um pouco menos rebeldes e contestatários. Ele virou-se para mim e perguntou “Ya?”, espantado como um fedelho já conseguia ler – e compreender, acrescento eu – as tiras da sua personagem principal.

Se hoje em dia eu tenho preocupações sociais, consciência política e contestatária e aprecio humor corrosivo, inteligente e de intervenção, eu devo-o à minha família e também a várias revistas e livros de humor que li durante a minha infância/juventude.

Naqueles tempos, eu lia três bandas-desenhadas de três países americanos diferentes em que as personagens eram um grupo de crianças.

A turma da Mônica do Maurício de Sousa, A Mafalda do Quino e os Peanuts de Charles Schulz. Desses três, foi sempre da Mafalda que gostei mais. Eu aprecio o traço e o legado de Schulz, mas nunca gostei muito do Charlie Brown, nem do mundo desprovido de adultos mas cheio de angústia existencial em que ele, o Snoopy e o resto dos seus amigos se movimentavam. Charlie Brown era um perdedor e sempre o será. Schulz era muito negativista, até para mim.

Como contraponto, eu gostava muito da Turma da Mônica, mas sempre tendo sido uma pessoa pessimista e amarga, em breve fiquei farto daquele mundo açucarado e cor-de-rosa que me tentavam impingir. Aquela pureza infantil era tão falsa, tão artificial. O mundo de Mônica não é deste mundo.

Já o mundo de Mafalda…ahh, esse era outra coisa. O mundo de Mafalda era o nosso mundo, na década de 1960/1970. O Vietname, os Beatles, os Stones, o movimento hippie, Cuba, a Guerra-fria, Chile… Mafalda era a crítica mais mordaz, mais ácida da América Latina e da Terra nos idos de 60 e 70. Mafalda era a voz do povo da América do Sul, do 3º Mundo, dos não alinhados, dos inconformistas contra o imperialismo capitalista do Ocidente e a repressão totalitarista do Bloco Soviético.

Mafalda, que tinha problemas com as autoridades, que tinha sempre algo a dizer que provocava ataques de nervos à professora, e aos pobres pais, representantes do mais puro conformismo e acomodamento da classe média latino-americana dessas décadas.

O seu irmãozinho Gui, que representava as gerações vindouras era para Mafalda um espelho aumentado da sua própria contestação.

Susanita, a maior amiga de Mafalda, e também a sua maior inimiga, representante de tudo que Mafalda despreza. O conformismo, a mentalidade tacanha, os sonhos limitados de se casar e ter filhos, a hipocrisia, a fofoquice, o apunhalar pelas costas.

Filipe, o sonhador Filipe, cujos sonhos e ambições dispensam o estudo e o trabalho pesado.

Miguelito, o descendente de italianos fascistas, que não conseguia disfarçar por vezes a sua admiração por Il Duce.

Manolito, o descendente de espanhóis, filho do dono da mercearia e a personagem mais materialista e trabalhadora, e menos inteligente e liberal (a ideia preconceituosa sobre as ex-metrópoles) do grupo.

E Liberdade, a amiga baixinha de Mafalda, cuja metáfora era visivelmente óbvia.

Todos eles com sentido crítico, mas sem nunca se esquecerem de ser crianças, de brincar, de ir a escola. Mafalda y sus amigos são uma voz adulta, mas são crianças. Se Charlie Brown tivesse preocupações para além das existencialistas, e se ao mesmo tempo vivesse por vezes no mundo da Mônica…seria a Mafalda.

O capitalismo é um círculo engraçado. Mafalda começou como uma figura publicitária para electrodomésticos, tornou-se depois uma figura incontornável do humor de intervenção, e por fim acabou, após ser descontinuada pelo seu autor, como figura de merchandising em figuras de plástico, cartões, postais, posters, e outros produtos. Começou por ser uma figura publicitária do capitalismo, tornou-se feroz crítica da sociedade de consumo ocidental, e no fim acabou paradoxalmente por se tornar (um bocado como outra grande figura argentina, Che Guevara) um ícone dessa mesma sociedade de consumo.


Atrás, Esquerda-Direita: Miguelito, Susanita, Mafalda, Felipe, Manolito
Frente, Esquerda-Direita: Liberdade, Gui

Mas este post é sobre Quino. Quino abandonou Mafalda, porque se queria tornar cartoonista a tempo inteiro. Mas qual Viktor Frankenstein, viu que a obra era maior que ele. E Quino nunca teve tanto êxito como cartoonista. O que é pena. Os seus cartoons são deliciosos. São pequenas amostras cheias do humor inteligente que sempre o caracterizou, mas desta feita já sem um cunho interventivo – excepto ao satirizar a classe média e os seus hábitos pequeno-burgueses – antes são jóias gráficas (com muito, pouco, ou nenhum texto) do nonsense ou de um pensar existencialista quase Kafkiano.

Salud, Quino

terça-feira, 27 de março de 2007

80´s Endings!

Uma curta-metragem de finais de filmes dos 80s. Todos os clichés oitentistas estão cá!:D

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Da minha série TV favorita, eu seria

You scored as Spike. You scored as Spike. You feel like you're misunderstood. When you care for others, it's deeper than they'll ever know. Though no one thinks you'll change/pull through, you'll show them.

Spike

88%

Willow Rosenberg

71%

Dawn Summers

67%

Tara Maclay

63%

Rupert Giles

63%

Anya

58%

Xander Harris

58%

Buffy Summers

46%

Which Buffy The Vampire Slayer Character Are You Most Like!?
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domingo, 18 de fevereiro de 2007

The A-Ring! This is so cool!

Estava agora mesmo a procurar no youtube a introdução do A-Team para postar no meu outro blog (o dos anos 80) quando dei de caras com isto. E achei piada. Pronto. Vou-me embora.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Reservoir Cats

Bloopers*:
O Scratchy deveria estar com uniforme da Polícia!
A orelha cortada deveria ter sido antes do banho de gasolina!







* que na verdade só o são se fizermos uma análise comparativa entre o filme original e este episódio do Itchy & Scatchy dentro deste episódio dos Simpsons. Se pensarmos nisto pelo que é (uma sátira/homenagem de Matt Groening ao Reservoir Dogs e ao SENHOR Tarantino), então uma adaptação liberal da famosa cena é justificada.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Que personagem do Family Guy és tu?


Which Family Guy character are you?

Peter Griffin

You get yourself into a lot of trouble due to your slow and braindead thinking. The stupid things you do are usually totally on whim. You have learned a couple things but you end up loosing those things by next time. On the plus side, however, The Fonz is your guiding spirit.

Personality Test Results

Click Here to Take This Quiz
Brought to you by YouThink.com quizzes and personality tests.



mas por outro lado:

You scored as Brian. Brian. You've had enough.
Out of this whole family, you're the most put together.
Be careful though, you have a tendency to form addictions.


Brian

55%

Stewie

50%

Chris

40%

Meg

30%

Peter

30%

Lois

10%

What Family Guy Character Are you?
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A dualidade do Sergy enquanto Peter Griffin de acordo com o youthink.com, e o Sergy enquanto Brian Griffin, de acordo com o QuizFarm.com...irá substituir a eterna questão da ambiguidade entre o Jesus Humano e o Cristo Divino nas mentes de teólogos e filósofos metafísicos nos milénios seguintes?

Who knows? Who cares? Who gives a flying fuck? (a resposta a esta última pergunta está no post de cima).

Que personagem do House és tu?







Which House Character Are You?




You are Dr. Eric Foreman. You've got a checkered past and a paisley future. Since you're a little bit older than the rest of your paucy you tend to have more objectivity when the soap opera picks up steam. The good news is that you have more potential than has been explored.
Take this quiz!








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